Galeria 019: Marcelo































Escravo Novo



Estava passeando no parque sem nada para fazer, depois de ter tido uma tremenda desilusão amorosa. Estava muito deprimido. Passando perto de uma barraca de bebidas pensou em beber uma cerveja, mas desistiu, pois poderia beber além da conta e não queria passar por ridículo. Comprou um refrigerante. Continuou andando. Sentou-se num banco e ficou a vagar nos pensamentos. A duração dessa viagem ele não sabe, mas ao retornar percebeu que era observado por alguém. O olhar era penetrante e o analisava por completo. Estava sentindo-se como uma mercadoria sendo inspecionada para compra. E ele não estava sendo vendido. Resolveu levantar-se e sair. Jogou a latinha numa lixeira próxima e se foi. Porém sentia o olhar daquele homem segui-lo. Olhou para ter certeza, mas não viu. "Estou ficando maluco" - pensou. Ao voltar-se para o caminho que seguia, ali estava ele. Agora olho no olho.

-Assustado? Não se preocupe vejo que estas sozinho e eu também. Poderíamos conversar.

Aquela voz era envolvente. Sentiu-se sem ação. O estranho passou a caminhar a seu lado e foi logo se apresentando. Dizendo chamar-se Leonardo, mas preferia que o chamasse de Dom. Era um homem forte, na casa dos 40 anos, muito simpático, o corpo bem cuidado. Francisco também se apresentou. Tinha 30 anos, o corpo bem definido também e era igualmente simpático. Francisco sentia-se à vontade com o novo amigo e logo foi contando sobre a desilusão que sofrera. Dom o consolou e aconselhou.

O tempo ameaçava uma chuva e Dom convidou a Francisco para que fossem para a sua casa. Fernando relutou um pouco, mas Dom disse "vamos" de modo tão firme que desarmou a relutância de Francisco que prontamente obedeceu. Andaram um quarteirão e chegaram a um edifício. Subiram um andar de escada e estavam no apartamento de Dom.

Francisco observou que o apartamento era bem organizado, tudo bem limpo. Ficou curioso para saber o porquê de tantos chicotes pendurados nas paredes. E até mesmo uma coleira sobre uma mesa, já que em prédios geralmente não se admitem cachorros.

O anfitrião colocou uma música suave que encheu o ambiente tornando-o agradável e ao mesmo tempo misterioso. Um incenso foi aceso perfumando ainda mais a casa. Tudo simples, mas envolvente e excitante. Sentou-se numa poltrona apontada pelo anfitrião que sentou-se diante dele numa cadeira que mais parecia um trono. Francisco percebeu que estava sendo seduzido por toda aquele atmosfera e que não tinha forças para resistir. Algo novo iria ocorrer ali, mas ele não sabia ao certo o que. Por mais que relutasse em ter uma relação homo, pois nunca tivera, ele sabia que o que ocorreria ali iria além do que poderia imaginar. Dom o dominava, psicologicamente deste o encontro no parque e ali mais ainda. A voz dele suave era envolvente ao extremo. Num dado momento Dom olhou para Francisco e disse:

-Venha ser o meu Chiquinho. Ajoelhe-se e venha até o seu mestre.

Pensou em levantar-se e ir embora, aquele homem era doido e ele mais ainda de estar ali, mas uma força, um desejo estranho o fez cair no chão e ir de quatro até o seu dominador.

-Muito bem, menino. Vamos começar o seu adestramento. De agora em diante você não tem vontade e nem desejos. Eu sou o seu mestre e dono. Por isso você me chama de Dom. E me chamara de Senhor, Mestre e Amo. Entendido?
-Sim, Senhor.
-Você aprende rápido. Já ficou com homem antes? Já foi enrabado?
-Não Senhor.
-Espero que seja verdade para o seu próprio bem. Tire a roupa, pois vou inspecioná-lo.

Tirou a roupa e ficou de pé para a inspeção. Sentiu-se como um objeto. E era o que se tornava naquele momento. E sentia-se excitado com aquilo. Dom pegou a coleira que estava sobre a mesa e colocou-a em seu pescoço depois de tê-lo feito ficar de joelhos novamente. As respostas para as suas perguntas começavam a aparecer. Foi puxado até um cômodo do apartamento que era isolado sonoramente. Neste local havia ainda mais chicotes e outros brinquedos que em breve divertiriam a Dom e seu novo escravo.

-Muito bem escravo. Vou iniciá-lo no caminho da Dor e do prazer.

Tomando um chicote. Puxou Francisco até um tronco e o amarrou ali.

-Essa será sua primeira surra. Isso é para você saber quem é que manda aqui. Não quero gritos, nem choro. Você vai agradecer a cada chicotada. Entendeu?
-Sim senhor.

Dom empunhou o chicote e desceu a primeira lambada. O "um" que se ouviu foi um misto fala e gemido. Dom gostou do que ouviu. O chicote usado era de couro macio, causava um ardor forte, mas para quem não estava acostumado, era forte. Trocou de chicote depois de umas quinze chicotadas. Pegou uma taca, esta já doía mais e deixava mais marcas também. Foram mais quinze. Desamarrou o seu escravo e sentou-se num trono e mandou que lhe lambesse os pés. Francisco iniciou lambendo os sapatos e depois de retirá-los e retirar as meias com a boca, continuou lambendo os pés.

Nunca poderia imaginar que aquilo traria tanto prazer. Dom puxou a guia até que o escravo ficasse com o rosto próximo do seu membro, ainda preso na calça. Abriu o zíper libertando-o e ordenou que o chupasse. Francisco começou timidamente sem saber como fazer. Recebeu uma chicotada por ter passado o dente no membro do mestre. Continuou com mais cuidado. O mestre foi lhe dizendo como queria. Ele começou a passar a língua em toda a extensão do membro, voltava a glande e ia engolindo delicadamente até tê-lo todo em sua boca. Chupava como se fosse um picolé e depois reiniciava a operação passando a língua. Dom estava sentindo um imenso prazer. Realmente tinha acertado na escolha. Verdadeiramente era um escravo.

Próximo à sua mão estava o tubo de KY, não queria perder tempo para tomar posse definitiva de sua peça. Sabia que ao enrabá-lo, ele se renderia por completo e passaria a pertencê-lo.

-Fique de quatro. - Foi a ordem dada. Francisco colocou-se na posição, já antevendo o que o esperava.
-Relaxe, escravo.

Dom colocou uma camisinha e lubrificou o orifício anal de seu escravo e foi passando o pênis delicadamente ali. Francisco piscava o ânus. Até que Dom iniciou a penetração. Foi difícil no inicio.

Mas os 20cm entraram. Francisco sentiu muita dor no início, quis pedir para que parasse, mas aguentou, por medo de algum castigo. Mas depois que a glande passou a dor foi transformando-se em prazer.

Dom iniciou um vigoroso vai e vem, que ia arrebentando as pregas do escravo, que agora gemia de prazer.

-Isso viadinho, geme no cacete do seu macho e dono. Você é meu, somente meu.
-Sim, senhor. Sou seu escravo, viadinho, putinha, o que o senhor quiser.

Sentindo o gozo chegar, Dom retirou o membro do rabinho do escravo e retirando a camisinha colocou-o em sua boca. Francisco começou a chupar. Dom segurou-lhe a cabeça com o membro todo em sua boca e gozou. Sem outra alternativa o escravo engoliu tudo. Ainda com a cabeça sendo segura e o membro em sua boca sentiu um líquido quente. Seu mestre despejava o precioso líquido dourado. No início sentiu nojo, mas ouviu o mestre ordenar para que engolisse tudo senão....
Foi engolindo e até mesmo sentindo prazer. Satisfeito Dom aplicou-lhe cinco tapas na cara, que foram agradecidos. Amarrou-o ali e saiu dizendo que voltaria depois. Francisco ficou ali amarrado, excitado e pensando no que tinha acontecido.

Francisco não sabia quanto tempo ficou ali, nú, amarrado. Ouviu os passos de seu dono, sua excitação aumentou. A porta do quarto foi aberta e Dom entrou portanto em suas mãos duas velas acessas. Coloco-as no chão próximas ao escravo e logo em seguida o desamarrou, deitando-o de bruços.

-Muito bem vamos iniciar uma sessão com cera.

Devagar foi pingando nas costas do escravo que gemia e mexia o corpo tentando se livrar das torturas. Mas impiedosamente Dom o ia pingando velas em suas costas. O mestre mandou que ficasse quieto. Ele tentava, mas mexia-se. A cada mexida recebia uma chicotada e os pingos eram mais próximos o que causava mais dor no escravo e prazer para o dominador.

-Venha me chupar de novo.

Francisco ficou de quatro e começou a chupar o pau de seu mestre. Durante a felação o mestre fustigava o escravo com o chicote. Francisco lambia toda a extensão do pau, lambia as bolas e engolia o mastro inteiro. Levando o mestre ao delírio. Quando sentiu que iria gozar o mestre enviou o membro todo na boca do escravo e gozou, fazendo-o engolir tudo. Daquele dia em diante Francisco tornou-se o escravo real e único de mestre Dom.

Conto de Alex Dominus
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