Meias Sujas

 

Ano de 1999, eu tinha 16 anos e estudava em um colégio só para garotos. Desde muito pequeno não me importava muito com o futebol, motivo pelo qual meu pai, torcedor do São Paulo Futebol Clube, resolveu me matricular na aula de futsal, contra minha própria vontade.

Fui muito contrariado para a primeira aula de futsal. O objetivo dessa aula, era na verdade descobrir novos talentos do futebol do colégio. Da turma, eu era o único que não sabia jogar, um verdadeiro perna de pau.

Motivo de chacotas, por boa parte da turma, eu não me sentia nenhum pouco envergonhado por causa disso. Pelo contrário, sentia tesão com essa situação humilhante. Sim! Eu sentia tesão em ver aqueles garotos, com uniformes de futsal, com meias até os joelhos, e chuteiras velhas, zombando da minha cara. Eles me chamavam de "bichinha", "mulherzinha", "bambi". Além da humilhação, eu ficava vidrado naquelas chuteiras fedorentas. Queria passar horas cheirando e batendo uma punheta gostosa.

Parece estranho, mas sempre tive essa tara. Lembro até hoje dos momentos em que passava horas cheirando as chuteiras do meu primo. Eu devia ter uns 10 anos de idade, e por incrível que pareça, eu já conseguia ficar de pau duro só de cheirar o "chulezão" bravo que exalava daquelas velhas chuteiras. Um odor inexplicável e extremamente excitante.

Era uma manhã de sábado. Meu pai entra no quarto aos berros e diz:

-Você vai se atrasar para o treino hoje! Seu traste!

Que merda! Meu fim de semana já começava naquela animação. Tomei banho, me troquei, tomei café rapidão e fui para o treino.
 
- A mocinha caiu da cama? - disse Carlos, o mais gostoso, o mais tesão, o mais tudo da turma.

Olhei para a cara dele e dei uma piscada. Foi o suficiente para ele entender o sinal e ir até o vestiário. Sim! Estava peladinho esperando por ele. Carlos e eu, tínhamos um caso desde meus 14 anos, quando fomos a uma feira de ciência em outra cidade. Ficamos no mesmo quarto e lá rolou de tudo, menos o meu maior desejo.

Ele chegou já puxando meu cabelo e me encoxando. Seus 19cm de pica foi me penetrando e arrombando meu apertado cuzinho. Foi uma transa rápida. Isso era de praxe, antes da partida, Carlos tinha que me comer.

Logo em seguida, ele tomou banho, se trocou e voltou para quadra. Percebi que ele havia deixado sua mochila aberta. Minha curiosidade foi grande. Não pude conter. Algo cheirava mal naquela mochila, e meu pau já estava latejando.

Eu não estava nem acreditando no que estava acontecendo. Estava prestes a realizar o meu maior desejo. E bingo! Ali estavam elas. Encardidas, fedorentas e velhas. As meias de Carlos estava em minhas mãos.

Passei alguns minutos admirando aquelas meias até colocá-las no meu nariz. Foi o momento mais esperado da minha vida. Eu sempre tive essa vontade de cheirar as meias de Carlos, o cara mais gostoso do colégio.

Eu não sabia o que fazer, eu cheirava, colocava na boca, esfregava no meu pau. Momento de muito tesão. Amarrai uma meia na outra e me amordacei.

Meu pau estava bem duro. Então comecei a bater uma punheta gostosa, imaginando Carlos ali na minha frente. Fechei os olhos por alguns instantes para imaginar e ao abrir os olhos, Carlos estava parado me olhando.

Surpreso, disse:

- Continua! Gostei de te ver amordaçado com minhas meias.

Então, Carlos trancou a porta do vestiário, veio em minha direção, tirou o cadarço das chuteiras que usava e amarrou minhas mãos e meus pés.

- Agora sim tá perfeito!

Tirou o pau pra fora e socou com força no meu cuzinho. Em seguida colocou uma das chuteiras na minha cara. Eu gemia de tesão e ele dizia:

- Isso cadela! Assim que eu gosto! Arrebita esse rabinho pra mim! Vai delícia!

Ele mandava e eu obedecia. Estava totalmente entregue à ele. Totalmente hipnotizado e enfeitiçado por aquele macho que me comia.

Depois que trepamos, ele foi tomar banho e me deixou ali no chão amarrado, com a chuteira na cara. De repente, escuto batendo na porta. fiquei preocupado e comecei a me debater. Carlos então saiu do banho e disse:

- Fique aí quietinho sua vadia!

Carlos abriu a porta e a turma inteira do futsal entrou no vestiário e se depararam com aquela cena humilhante.

- Tá vendo esse puto aí? Peguei esse viado cheirando minhas meias, então resolvi deixa-lo assim por algum tempo. - disse Carlos com aquele olhar de safado.

Nesse momento os garotos começaram a tirar as chuteiras e as meias e jogaram em cima de mim.

- Vamos pro barzinho galera! Deixem esse viadinho aí cheirando nossas meias!

Todos foram para o barzinho. O último a sair foi Carlos. Consegui me soltar e estava livre para poder apreciar aquelas meias fedorentas. Foram horas de muitas punhetas. Gozei muito aquele dia. Hoje em dia acordo com mais ânimo para ir treinar (risos).

A Fazenda



Felipe estava na varanda da casa, observando a propriedade. Era grande, praticamente não conseguia ver as cercas demarcando os limites da velha fazenda. Em volta do antigo casarão, um grande campo aberto, piscina, uma churrasqueira. Depois, muitas árvores, praticamente uma floresta ao redor de toda a fazenda. Havia poucos funcionários no local, apenas um capataz para os serviços gerais, um caseiro e sua esposa. Aquele lugar já viveu dias mais agitados, com a criação de gado. Depois que o seu Miguel faleceu, seu filho comprou outra fazenda em Mato Grosso e transferiu todos os negócios para lá, deixando o lugar praticamente abandonado. Ele só não vendeu a fazenda por motivos sentimentais. Havia alguns meses, o filho do seu Miguel se mudou para a fazenda. Estava recebendo muitas ameaças de seqüestro na capital, achou melhor vir para a fazenda e se esconder um pouco, até que as ameaças parassem. Mas mesmo estando isolado na fazenda, Henrico, o filho do seu Miguel, ainda tinha medo. Ele queria um segurança particular para ficar na fazenda 24 horas por dia enquanto ele estivesse lá. Era esse cargo que Felipe estava assumindo. Felipe era um ex-policial. Depois que um colega morreu numa emboscada, ele largou aquela vida, mas não demorou muito para voltar. Dessa vez, no ramo da segurança privada. E Felipe cumpria bem o seu papel. Era alto, cabelo castanho, pele bem branca, cerca de 1,90 de altura, troncudo, resultado de anos de musculação. Olhando para ele, você não daria os 31 anos que ele tinha. No máximo, uns 26 anos. Na verdade, esse trabalho seria um descanso para Felipe também. Cuidar da segurança de grandes empresários era algo stressante, ele esperava que a temporada na fazenda fosse algo bem calmo. Enquanto olhava para o velho casarão, o dr. Noronha chegou. Ele era o responsável pela contratação de Felipe. Na verdade, Felipe ainda não havia conhecido seu novo cliente, Henrico. Foi o dr. Noronha quem intermediou toda a contratação de Felipe.
- Muito bem, mais alguma dúvida sobre o trabalho? Você já viu a fazenda, a casa, os seus aposentos. O sr. Henrico deverá chegar no final da tarde. Até lá, familiarize-se com o local.
- Sim, senhor, não haverá problema algum. Já olhei o casarão todo, tenho alguns conselhos para o senhor Henrico sobre como melhorar a segurança do local. Tenho certeza que não teremos problemas aqui.
- Certo. Mais uma coisa. Você trouxe o seu uniforme, conforme solicitado?
- Sim.
- Muito bem. Esteja usando ele quando o senhor Henrico chegar. Ele prefere que você use o uniforme o tempo todo. Ajudará a espantar qualquer um que possa estar rondando a fazenda.

Felipe ficou na varanda até o carro do sr. Noronha sumir na estrada de terra. Depois disso, entrou e foi até o seu quarto. Tirou da mala o seu uniforme. Calça e camisa cinza, muito parecido com sua antiga farda da policia, coturno, cinturão, quepe. Achava um exagero tudo aquilo para uma simples fazenda, mas se era exigência do cliente, ele usaria. Trocou-se e foi até a cozinha, onde a esposa do caseiro havia lhe preparado o almoço. Conversaram um pouco e ela ia se retirando para sua casa, que ficava do outro lado da propriedade, quando ela disse:
- Espero que você fique mais do que o outro segurança!
- Por quê?
- O seu Noronha não falou pra você? Ele largou o serviço e foi embora!! Sumiu! A última notícia que a gente teve dele é que estava num bar com umas garotas, depois disso não tivemos mais notícias dele!!

Que estranho, pensou Felipe. Por que abandonar um trabalho tão fácil, e que pagava tão bem? Bom, pode ser q o antigo segurança não havia gostado do isolamento, não gostou do lugar. Felipe tinha certeza que com ele seria diferente. Definitivamente, não teria problemas com o novo trabalho!
Por volta das 17 horas, chegou o carro do sr. Henrico. Felipe se espantou. Esperava um homem bem mais velho. Na verdade, o sr. Henrico era alguém bem jovem, deveria ter uns 25, 26 anos. Pele morena,cabelo curto, corpo atlético, devia praticar esportes sempre. Em nada lembrava alguém que morava numa fazenda. Era um rapaz da cidade, dava para ver pelo seu estilo, roupas, cabelo. Enquanto o motorista tirava as malas do carro, Henrico se dirigiu à varanda.

- Então, você é o novo segurança? O dr. Noronha já lhe explicou todo o trabalho, não?
- Sim, senhor.
- Ótimo. Como você pode ver, não será nada difícil ou perigoso. Você apenas vai cuidar da minha segurança nesse período na fazenda. Não vou sair muito por aqui, nem tem muito o que fazer nesse fim de mundo. Portanto, você ficará aqui na casa comigo a maior parte do tempo.
- Sim, senhor, sem problema.
- Mais uma coisa, acho que o dr. Noronha já lhe falou. Quero você uniformizado o tempo todo. Caso alguém esteja me vigiando por aqui, vai pensar duas vezes antes de tentar qualquer coisa quando o ver assim.

Dizendo isso, entrou para a casa. Felipe continuou do lado de fora, andando pela varanda que circundava a casa. Do lado de dentro, Henrico estava na biblioteca, ao telefone:
- Sim, Noronha... meus parabéns, ele é perfeito. Não vou enrolar muito dessa vez. Vou colocar tudo em prática logo, assim ele some sem deixar muitas perguntas no ar... Sim... Provavelmente, essa noite mesmo!
A noite caiu logo em seguida. A esposa do caseiro havia deixado o jantar de Felipe pronto, ele só precisava esquentar. Ele ainda não sabia até que horas o sr Henrico iria querer que ele ficasse ali de plantão. Eram quase nove da noite quando ele jantou rapidamente, e foi até a sala, onde o sr Henrico estava jogado num sofá, assistindo tv. Era estranho ter que chamar aquele rapaz de senhor, mas ele era o patrão, pensava Felipe.

- Senhor Henrico? Gostaria de saber com o senhor se já posso me retirar.
- Oh, Felipe! – ele estava de pé, parado na porta da sala, enquanto Henrico o observava. – Entre e sente-se.
- Não quero incomodá-lo, sr. Henrico...
- Imagina! É seu primeiro dia aqui, espero que fique conosco!!
- Espero que sim, senhor Henrico!
- Muito bom! – Henrico levantou-se do sofá, pegou seu copo e foi até o bar. – Bebe um drink comigo antes de dormir, Felipe?
- Não, senhor, obrigado. Não costumo beber quando estou trabalhando.
- Pois está dispensado, Felipe. Agora é sua hora de descanso. – Henrico preparou dois copos no bar, dando um copo à Felipe em seguida. – Vamos, beba! Tenho a impressão de que você vai ficar aqui por um bom tempo, Felipe!

Felipe pegou o copo, e bebeu-o aos poucos, enquanto conversava com Henrico sobre o local. Parecia que o seu novo empregador era bem melhor do que todos os outros que já tivera antes! Pelo menos, nunca tinha bebido com um dos seus antigos chefes antes!

- Bom, senhor Henrico, já vou me deitar. Quero acordar cedo amanhã para dar mais uma olhada na fazenda.
- Sem problema, Felipe. Amanhã nos falamos! Boa noite!
- Boa noite.

Felipe seguiu para o seu quarto, enquanto Henrico pegou o telefone:
- Sim, está feito... fiz a mesma coisa que da outra vez... só dobrei a dose dessa vez! Não quero que nada dê errado.

Henrico desligou na seqüência. Olhava ansioso para o relógio, contando os 15 minutos que ele precisava.

Felipe caminhava para o seu quarto, nos fundos do casarão. Aquela casa dava um certo medo à noite, toda escura. De repente, Felipe começou a sentir uma tontura. Apoiou-se na parede do corredor.
- Hmm... mas que droga é essa? Só bebi um drink! Pelo menos meu quarto é aqui na frente!!

Mas Felipe não conseguiu andar muito. Foi ficando cada vez mais tonto, mais grogue. Não conseguia mais andar, encostou-se na parede.

- O quê... é isso...?

Mal conseguia falar ou raciocinar. O que estava acontecendo? Nunca havia se sentido desse jeito! Estava encostado na parede, mas tinha certeza de que cairia se tentasse se mover dali. De repente, viu um vulto no começo do corredor. Até sua visão estava ficando embaçada.

- Tudo bem, Felipe?

Era o sr. Henrico! Ainda bem! Felipe não iria agüentar muito tempo, sentia que iria desmaiar. Henrico chegou perto de Felipe, parou na frente dele.

- O que foi, Felipe? Não está se sentindo muito bem?
Felipe não conseguia responder. Tudo girava à sua volta.

- Espero que não tenha exagerado na dose do tranqüilizante que eu te dei. Afinal, você não vai ter muita utilidade para mim se morrer!

Ele olhou com uma cara espantada para o senhor Henrico. Tentou responder, mas não conseguiu. A última coisa que ele se lembra foi de cair no chão, aos pés de Henrico.

Henrico olhou para o corpo de Felipe caído. Deu um, dois chutes com suas botas em Felipe, mas ele não se mexeu. Ficou parado ali, olhando seu novo brinquedo. Realmente, aquele guarda iria proporcionar muita diversão para Henrico. Abaixou-se, colocou Felipe sentado, encostado na parede. O segurança estava completamente apagado. Pegou um dos braços de Felipe, jogou-o sobre seus ombros, e levou-o para o seu quarto. Os braços dele balançavam, batendo nas costas de Henrico, o cacetete no cinturão de Felipe batia no braço dele também.

- Belo segurança você! O anterior não tinha cacetete! – disse antes de dar uma gargalhada.

Entrando no quarto, Henrico colocou Felipe numa poltrona. O quarto de Henrico era grande. Pouca coisa tinha sido mexida na estrutura da casa desde a sua construção, por volta de 1810, 1820. Atrás da cama de Henrico, havia um grande quadro, mais de dois metros e meio de altura por dois de largura, ia até o chão. Henrico empurrou a pesada cama, e em seguida foi até o quadro, onde soltou duas travas laterais, empurrando o quadro também. Atrás do quarto, uma antiga porta. Tirou uma chave do bolso e abriu a porta. Subia um cheiro de mofo forte dos degraus escuros. Acendeu uma lamparina, pendurou na porta, voltou e jogou Felipe nos ombros novamente e desceu as escadas. Chegando no final dos degraus, havia outra porta. Abriu, colocou Felipe no chão e acendeu algumas lamparinas pelo local. Era um espaço grande, com algumas mesas, uma cama grande, várias correntes pelas paredes. Era naquele lugar que algum antepassado de Henrico escondia os escravos contrabandeados para o Brasil, na época em que a escravidão havia sido abolida. Ou seja, uma verdadeira prisão, sem janelas, sem comunicação alguma com o exterior a não ser pela porta no quarto. Quando Henrico descobriu aquele lugar, após a morte do seu pai, manteve-o escondido. Fez algumas mudanças, como correntes, cadeados novos, uma cama. Tudo isso em segredo. Ele já havia esvaziado a fazenda, mudando os negócios para outro estado. Aquele lugar seria o seu parque de diversões, e ele não queria ninguém por perto. Por isso deixou a fazenda deserta, com o mínimo de funcionários possível. Voltou até Felipe, segurou-o por debaixo dos braços e arrastou até a cama. Deitou-o nela, e em seguida acorrentou as pernas e braços dele em cada pé da cama. Ficou mais alguns minutos olhando aquele segurança desmaiado, ainda todo fardado.

- É, o Noronha vai merecer o aumento que vai ganhar este mês...

Virou e saiu novamente, deixando apenas algumas lamparinas acesas, subiu e trancou tudo conforme ia passando. Voltou o quadro ao lugar, sua cama. Quem olhasse, jamais suspeitaria que havia uma porta atrás daquele quarto. A esposa do caseiro não tinha força o bastante para empurrar a cama de lugar, muito menos o quadro. Não precisava se preocupar em ser descoberto. Trocou-se e deitou... queria estar muito bem descansado para o dia seguinte.

Henrico acordou cedo e foi tomar o seu café. Enquanto comia, pediu à dona Maria, a esposa do caseiro, que arrumasse seu quarto, por que tinha muito trabalho para fazer, e iria ficar trancado nele o dia inteiro. Avisou também que não iria almoçar nem jantar, para que ela não se preocupasse em voltar para lá hoje. Dona Maria foi e arrumou rapidamente o quarto, indo embora em seguida. Henrico entrou e passou a chave na porta. Pelos seus cálculos, Felipe já estaria acordado à essa hora. Ficou em silêncio no quarto. Não ouvia nada, nem um barulhinho sequer vindo do porão escondido. Empurrou a cama e o quadro, desceu as escadas e abriu a porta no final. O porão continuava quieto. Felipe não havia acordado. A dose havia sido mais forte do que Henrico calculava. Será que matei ele?, pensou Henrico. Aproximou-se dele, viu q respirava. O peito malhado subia e descia lentamente com a respiração de Felipe, camisa justa no corpo. Felipe seria o escravo perfeito. Nada que um bom e longo adestramento não resolvesse! Foi ao lado da cama e deu uns tapas no rosto de Felipe. Ele se mexeu na cama e começou lentamente a acordar.

- Hmmmmmmm... o que...

Tentou se mexer, mas não conseguiu. Seus braços e pés estavam acorrentados em cada extremidade da cama..

- O que... o que é isso? O que está havendo, senhor Henrico?

- Eu poderia dizer que você foi atacado por algum ladrão ou seqüestrador na noite passada, Felipe. Que te nocautearam, arrastaram pra cá e prenderam. O que, de certa forma, aconteceu...

- Quem fez isso? Por favor, senhor Henrico, me solte!!

- Acho que não, Felipe... já que fui eu que te dopei e prendi...

- O quê?? – Felipe olhava perplexo para Henrico, sem saber o que estava havendo.

- Isso mesmo. Acho que esqueci de lhe falar antes... seu novo emprego não é de segurança... você agora é meu mais novo escravo, Felipe.

- Por favor, me solte!! – Felipe começou a gritar por socorro.

- Não adianta gritar. Ninguém vai lhe ouvir aqui onde estamos, escravo. Por isso trouxe você para cá. Este lugar é à prova de fugas, à prova de som. Pode gritar a vontade, se debater, mas não conseguirá escapar, e ninguém vai lhe ajudar.

- Mas, por que isso?? – ele começava a se desesperar, os braços agitados tentando se soltar das correntes.

- Por que isso? Por que eu precisava de um escravo novo. Por que gosto de caras sarados e bonitos como você, e, principalmente, por que não existe nada melhor que um escravo fardado, Felipe! Dominar aquele que geralmente é o dominador é excitante, não acha?

- Olha, vamos fazer um acordo – Felipe tentava se acalmar e raciocinar. – Você me solta, eu vou embora, e não te denuncio, ok? Fazemos de conta que nada disso aconteceu, e eu vou embora!!

- Sim, sim, escravo... vamos fazer exatamente isso! – gargalhou. – Você ainda não entendeu... você é meu agora... e não vai sair daqui tão cedo!! Quando eu terminar, vai ser você que não vai querer sair daqui!!!

- Não.... não... por favor, me solta!!! Eu.. eu... eu tenho família, vão dar pela minha falta!!!

- Não, você não tem família, irmãos, tios ou alguma namorada que possa vir lhe procurar. Por isso escolhi você. Você é perfeito!!! Ninguém vai dar pela sua falta, escravo! Poderá ficar aqui durante várias semanas, vários meses, e ninguém saberá o que aconteceu com você!

- Por favor... por favor!!! – Felipe voltava a se desesperar.

- Bom, acho que você vai levar um tempo para se acostumar com a idéia. Acho que tenho o remédio exato para você se acalmar um pouco. – Andou até uma prateleira, pegou um frasco e um pedaço de pano que estavam nela. Abriu o frasco, molhou o pano e sentou-se na cama, ao lado de Felipe. – Você deve estar desconfortável nessa cama... preciso arrumar você apropriadamente! – Colocou o pano na boca de Felipe, que começou a se debater. – Isso... respira lentamente, escravo... sem pressa.

- Hmmmffffff!!!!.... hmmmffffffffffffff...... hmmffffffffffffffffffffffffffffff....

Aos poucos, Felipe foi relaxando, até apagar novamene. O clorofórmio fizera efeito rápido. Mas Henrico teria poucos minutos para preparar tudo. Pegou as chaves e abriu as correntes que prendiam Felipe na cama. Tirou o pesado cinturão, em seguida desamarrou o cadarço do coturno. Desabotoou a camisa, tirou a calça também. Tirou também a cueca boxer branca e as meias. Felipe estava completamente nu e apagado na cama.

- Agora sim nossa brincadeira vai começar, meu escravo... – disse Henrico, pegando uma grande mochila e tirando alguns acessórios em couro.

Colocou um harness em Felipe, servindo perfeitamente no peito bem desenvolvido dele. Vestiu também um par de chaps nele, em seguida um par de botas de cano alto. Em seguida, colocou uma ball gag de couro, bem apertada. O máximo que se ouviria de Felipe seria um gemido baixo. Olhou novamente o seu escravo deitado na cama. Estava perfeito. Pegou-o por debaixo dos braços, e arrastou o corpo inerte de Felipe até uma cruz de madeira, do outro lado do salão. “A festa está para começar”, pensou Henrico.

Quando Henrico retornou, Felipe já estava acordado. Estava amarrado na cruz, braços e pernas abertos, tentando se livrar da mordaça na boca, mas o máximo que se ouvia eram os seus gemidos. Por mais que se debate-se, era impossível se soltar das correntes que o prendiam. Henrico sentou-se numa cadeira e ficou observando seu novo brinquedo, o que deixava Felipe mais louco ainda. Aos poucos ele foi se acalmando, sabia que era inútil continuar lutando contra as correntes, não conseguiria se soltar dali. Quando ele parou de se debater, Henrico levantou-se e caminhou até ele. Felipe gemia algumas palavras incompreensíveis para Henrico.

- Lição número um, escravo. Você não tem mais nome. Você não tem mais amigos, família, emprego, não tem nada. Uma nova vida começa agora. Agora você só obedecerá à mim, você só dependerá de mim.

Felipe se debatia ao ouvir cada palavra que Henrico dizia, negando com a cabeça. Não podia acreditar que aquilo estava acontecendo com ele. Henrico se divertia com isso. Gostava de ver a cara de desespero do seu novo escravo. Sem contar o cheiro no ar. O suor de Felipe misturado com o cheiro do couro deixavam ele mais excitado ainda. Precisava se controlar para não atacar o seu escravo de cara. O treinamento seria longo até que ele estivesse pronto para servi-lo da maneira que ele queria.

- Você está com medo, posso sentir – disse Henrico, dando uma risada, enquanto alisava o peito dele. – Só posso lhe dizer uma coisa, escravo. Seja obediente. Obedeça minhas ordens. Aceite sua nova vida. Faça tudo isso e nada de mal vai lhe acontecer. Você vai até começar a gostar de tudo isso.

Felipe se debatia novamente, não queria ouvir nada. Queria escapar dali, fugir dali. Henrico tirou a ball gag.

- Filho da puta, me solta! Vou te matar quando sair daqui!!! SOCORRO!!!!

- Como eu ia falando, escravo, seja obediente. Não adianta berrar, ninguém vai te ouvir, ninguém sabe que esse lugar existe. Você depende de mim, e apenas de mim. Por isso, é bom se comportar. Caso contrário, eu posso esquecer de lhe trazer comida, água, etc. Entendeu, escravo? Você está nas minhas mãos, por mais que não aceite isso. Acredite, você vai acabar aceitando tudo isso... Agora depende apenas de você... Quanto mais rápido aceitar, mais rápido vai poder aproveitar sua nova vida.

- Não.... não... – O nervosismo de Felipe começava a beirar a histeria. Já não conseguia ouvir ou entender nada que Henrico dizia.

- Bem, como sua primeira lição, vai passar o resto do dia amarrado nessa cruz. Verá que não é tão incomoda assim quando você se acostumar. Voltarei mais tarde para lhe trazer comida e água.

- Não... não... não!!!! Hmmmmmmmfffffff!!!!!! – Henrico colocara novamente a ball gag.

Henrico virou-se e saiu novamente, deixando apenas uma luz acesa. Felipe pode ouvir ele subindo a escada e fechando as portas atrás dele. Em seguida ouviu algo pesado sendo arrastado, e depois disso só silêncio. Tentou se acalmar. Estava com seus pulsos machucados de tanto tentar escapar das correntes. Aos poucos foi se acalmando, tentando manter a cabeça no lugar. Quando sua respiração voltou ao normal, começou a olhar o local onde estava. Sem janelas, sem nenhum tipo de comunicação com o exterior. A única entrada era a porta por onde Henrico saíra. As correntes também estavam bem fixas na parede e na cruz, não conseguiria saltá-las ou quebrá-las. Nada que tivesse aprendido nos seus tempos de policial poderiam ajuda-lo naquele momento. A única saída era esperar uma oportunidade, o momento ideal para conseguir escapar. Agora que estava um pouco mais calmo e pensando com mais clareza, Felipe tratou de relaxar e esperar a volta de Henrico.

Felipe deve ter adormecido na cruz. Acordou com o barulho das portas sendo abertas. Como não entrava luz ali, não fazia idéia se era dia ou noite. Era noite ainda. Sentia dor no corpo todo. Pulsos, pernas, tudo estava dolorido. Não sabe como tinha conseguido dormir naquela posição. Quando Henrico entrou, Felipe não pudia acreditar no que viu. Ele estava usando o seu uniforme. Calça, camisa, coturno, cinturão, quepe, estava usando tudo, até o cacetete estava na cintura! Só naquele momento Felipe se deu conta do quanto Henrico era parecido com ele. Praticamente mesma altura, deveria ter poucos centímetros a menos que ele. O corpo de Henrico também era parecido com o seu. Não havia percebido antes como Henrico também era forte, corpo bem desenvolvido. Também deveria ter praticado muito esporte ou musculação. Eram apenas estes pontos em comum. Enquanto Felipe era loiro e com a pele branca, Henrico tinha o cabelo preto, a pele bem bronzeada. Nas mãos dele, uma bandeja com um prato, copo e uma jarra de água. Colocou a bandeja numa mesa e tirou a ball gag de Felipe.

- Está vendo isso? – Parou na frente de Felipe, dando uma volta para mostrar o uniforme. – Este é o seu antigo eu. O seu passado, escravo. Você não é mais um fardado, não é mais um dominador. Eu sou. Aprenda isso.

- Vai se fuder!!! – Perdeu novamente a calma e começou a se debater. - Me solta daqui, porra!!

Henrico sentou-se na mesa em frente à bandeja.

- Acho que você não aprendeu nada do que eu lhe disse hoje de manhã, escravo. Ou talvez tenha até entendido e não esteja com tanta fome assim. – Começou a comer o prato de comida. – Acho que você não quer isso, nem água, certo?

Felipe ficou mudo. Estava com a boca seca, e seu estomago começava a roncar também. Sua última refeição havia sido na noite anterior, embora não soubesse quanto tempo havia se passado até agora. Henrico pegou um copo d’água e foi até ele. Conforme aproximou o copo da boca de Felipe, ele virou o rosto.

- Hmmmm... creio que não está com sede então. Muito bom. Se não está com sede, também não deve estar com fome.

Sentou-se na mesa e começou a comer a comida que trouxe para Felipe, que tentava não olhar para a cena. O simples cheiro da comida começou a revirar o seu estômago, lembrando ele que estava realmente com fome. Mas não diria nada. Alguns minutos depois, Henrico acabara o prato todo. Encheu mais um copo d’água e foi até Felipe, que novamente virou o rosto.

- Entenda uma coisa, escravo. Se você não comer ou beber o que eu lhe trouxer, não terá nada. – disse isso e pegou a jarra que estava na mesa, virando o que sobrou de líquido dentro dela no chão. – E se recusar o que eu lhe trouxer, só terá mais no dia seguinte. Ou seja, sem água ou comida hoje, escravo. Vamos ver se você vai se comportar melhor amanhã!

Henrico começou a andar pela sala. Tirou o cacetete da cintura, e enquanto andava balançava o cacetete, batendo-o contra sua outra mão.

- Não foi um bom começo, escravo. Não se deve negar o que seu mestre e senhor lhe oferece. Por causa disso, já vai começar com um castigo. – Henrico virou e foi até um armário no canto da sala. Quando abriu-o, Felipe até se assustou. Vários apetrechos em metal, couro, muitas correntes, cordas. Tirou uma corrente com duas presilhas na ponta. – Sabe, eu até iria solta-lo hoje e deixar você dormir na cama. Mas não. Você precisa aprender!

Foi até Felipe e prendeu as duas presilhas, uma em cada mamilo dele. Conforme soltou cada uma delas sobre os mamilos, Felipe se contorcia de dor, tentando segurar o seu gemido.

- Hmmm... não vai gritar, escravo? Muito bom... Você vai ser o melhor de todos, tenho certeza. – Pegou novamente a mordaça e colocou nele. – Boa noite, escravo. Comporte-se amanhã e eu lhe tiro desta cruz.

Deu uma última olhada para Felipe, que se segurava para não se contorcer de dor com as presilhas nos mamilos. Havia colocado bastante pressão nelas, para que ele não as soltasse durante a noite. Antes de subir as escadas, virou e disse para Felipe.

- Como eu já lhe falei antes, tudo depende de você. Comporte-se, obedeça seu mestre e será muito bem tratado. Ah, a propósito... Eu acho que fiquei muito tesão nessa tua farda, não acha? Caiu perfeitamente em mim! Acostume-se com isso, por que vou usa-la em praticamente todas nossas sessões, escravo. Até amanhã.


Quando a porta fechou, Felipe começou a se debater, tentando tirar os prendedores dos seus mamilos, mas era impossível. Estavam muito firmes, e quanto mais ele se mexia, mais doía. Estava com sede, com fome, cansado e com dor. Mal podia imaginar que o seu inferno estava apenas começando!

Felipe não sabe quanto tempo se passou desde que Henrico deixara a sala. Quando ele acordou, já não estava mais na cruz de madeira. Estava deitado na cama, com suas mãos algemadas para trás, presas aos seus pés, que também estavam presos com algemas. Sentia uma forte dor nos seus mamilos. Um deles estava roxo, o outro apresentava um leve sangramento, mas o prendedor não estava mais lá. Felipe também não usava mais a chaps, estava apenas com o harness e a ball gag na boca. Não se ouvia nenhum som vindo das escadas. Ele estava sozinho lá embaixo. Aproveitando a chance, Felipe tentou se soltar das algemas, mas foi em vão. Ele estava muito fraco depois de um ou dois dias sem comer. Já não tinha mais tanta certeza de quanto tempo estava preso. Naquele momento, não tinha o que fazer, apenas esperar o momento mais oportuno para escapar. Nesse momento, ouviu o barulho de uma porta se abrindo e passos. Era Henrico voltando. A porta se abriu, e ele entrou, novamente usando o uniforme de Felipe, e com uma bandeja nas mãos.

- Demorou para acordar desta vez, escravo. Eu ia acordar você antes, mas achei melhor deixa-lo descansar mais dessa vez... mas não se acostume, escravo. Você descansa o quanto eu quiser, dorme o quanto eu quiser, entendido?

Felipe não respondeu nada. Apenas olhava para a bandeja. Estava com muita fome, e não iria negar desta vez o que ele lhe trazia. Henrico percebeu o olhar fixo de Felipe para a bandeja, e resolveu testar o seu novo escravo.

- Muita fome? Sede? Muito bem... – Henrico soltou a corrente que prendia a algema das mãos de Felipe aos pés, acorrentando-o novamente, só que desta vez apenas os pés a uma outra corrente, presa na parede. – Assim você pode se movimentar um pouco mais, escravo. Não quero que você morra de fome.

- Mas, e minhas mãos?? Não vai solta-las??

Henrico apenas riu. Pegou a bandeja e foi até um canto ao lado da cama. Ali haviam duas vasilhas no chão. Pegou o prato e despejou em uma vasilha, e a jarra de água na outra.

- Seu filho da puta!! Eu nunca vou comer nesse pote!!
- Essa escolha é tua, escravo. A comida está ali, ao seu alcance. Se você tiver fome, saberá onde encontrar. Se não quiser comer ali, é uma pena. Será o primeiro escravo à morrer de fome aqui nessa masmorra. O que seria um grande desperdício... você tem potencial!!

Dizendo isso, Henrico saiu. Felipe ficou sentado na cama, olhando para a porta. Esperava que aquilo fosse só um teste, que Henrico retornaria. Mas passado cerca de meia hora, viu que não teria escapatória. Se quisesse escapar, teria que recuperar suas forças. Para isso, teria que comer. Os pés presos deixavam que se movimentasse um pouco. O problema era a corrente que os prendia à parede. Elas acabavam a cerca de um metro das vasilhas. Não havia como se aproximar mais das vasilhas. Felipe deitou no chão e rastejou até elas. Com as mãos presas atrás de suas costas, não conseguia se equilibrar direito, e acabou afundando o rosto no pires com comida, devorando vorazmente tudo que havia ali. Na seqüência, bebeu tudo que havia na outra vasilha também. Deitado no chão, rosto sujo de comida, Felipe começava a sentir-se melhor. Sentia a fraqueza diminuindo. Nesse momento, a porta novamente se abriu e Henrico entrou.

- Viu como não é difícil, escravo? – Dirigiu-se até as vasilhas, dando uma olhada nelas. – Você praticamente lambeu a vasilha, não sobrou nada!!! Bom garoto!...

Felipe não conseguia dizer nada. Não sabia o que sentia naquele momento, mas sabia que se conseguisse se soltar naquela hora com certeza mataria Henrico.

- Agora, resolvi ser um pouco mais bonzinho com você, escravo. Lhe dei comida, água... mas não cuidei de suas necessidades! Que dono mais esquecido que eu sou... – Foi até o armário, de onde tirou um penico do fundo dele. – Pronto! Isso resolve teus problemas, certo?

Colocou o penico ao lado da cama. Felipe olhava incrédulo para aquilo. Até onde Henrico iria humilha-lo?

- Ah, estava me esquecendo... você precisa se limpar!!! Bom, com as mãos presas atrás, você não terá muito problema. Deixe-me pegar o papel... – voltou ao armário e tirou alguns jornais velhos. – Ok, agora sim está tudo certo, escravo!

Henrico abriu a porta novamente e estava subindo, quando virou e falou:

- E não precisa ficar se debatendo, tentando se soltar como você estava agora à pouco, escravo... Acredite, você não vai sair daqui.

“Como ele sabia??”, pensou Felipe? A não ser que estivesse vigiando ele! Algum buraco na parede? Não, pouco provável, por que teria entrado alguma luz por ele e Felipe teria visto. Uma câmera! Era isso!! Henrico tinha uma câmera escondida, e via o que acontecia por ela!! Mas onde estaria? Ele não sabia, mas ia descobrir... Enquanto isso, não haveria o que fazer, a não ser fazer o jogo de Henrico. Conseguiu se levantar e foi praticamente pulando até o penico, onde conseguiu se aliviar. Pegou com nojo as folhas de jornal velho e se limpou. Pulou até a cama e se jogou nela. Queria dormir bem, recuperar as energias, ainda mais agora que havia se alimentado. Não podia perder uma chance de atacar Henrico e se soltar. Mas assim que ele deitou, novamente Henrico entrou.

- Bom, já comeu, já fez suas necessidades, hora de dormir então, escravo!! Como não tenho um ursinho de pelúcia aqui para ajudar nos seus bons sonhos, vou te dar outra coisa que meus escravos costumam adorar!!

Foi até o armário, procurando em todas as gavetas dele. Felipe tinha medo de qual brinquedo ele iria tirar dali. Quando Henrico se virou, ele sentiu um arrepio subindo a espinha. Nas mãos dele, um pênis de borracha muito grande, com uma correia na base.

- Bom, acho que você sabe pra que serve isso, não escravo? Quero que você se acostume com a sensação. Mas não se preocupe. Como é a primeira vez, vou ser bondoso contigo...

Tirou do bolso um tubo de lubrificante, passando bastante no consolo e no rabo de Felipe. Ele não falava nada. Sabia que quanto mais reclamasse, gritasse ou xingasse, mais prazer daria para Henrico. Mesmo assim, ele não poderia imaginar que a dor seria tão grande enquanto Henrico enfiava o consolo dentro dele. Assim que enfiou até o talo, prendeu as correias para frente, onde Felipe não poderia alcançar para desamarrar. Não havia jeito dele tirar aquilo de dentro dele, não importa o quanto tentasse ou se debatesse. Felipe ficou jogado na cama, gemendo baixinho de dor.

- Muito bom, escravo... como eu falei antes, você tem muito potencial!!! – subiu as escadas gargalhando, deixando Felipe se contorcendo de dor e imaginando o que viria a seguir...

Felipe se contorcia na cama. Nunca tinha imaginado que dar o seu rabo poderia doer tanto!! E o pior, quanto mais se contorcia, parecia que mais o consolo entrava nele! Não tinha como tirá-lo, não podia fazer nada. Com suas mãos para trás, não tinha como soltar a correia que prendia o consolo. Só restava aguardar Henrico aparecer e tirar aquilo. Felipe tinha certeza que Henrico estava assistindo tudo aquilo, se divertindo enquanto ele chorava de dor na cama. E ele estava certo. No quarto acima, Henrico assistia a tudo na sua tv. Era uma diversão extra para ele, poder gravar tudo aquilo e assistir depois. Mantinha seu escravo sob vigilância 24 horas por dia. Mas o que deixava Henrico mais puto era que Felipe não estava amolecendo. Quanto tempo levaria para ele virar realmente seu escravo? Uma semana? Um mês? Não importa quanto tempo levasse, Felipe seria o seu escravo! Já havia dado uma desculpa para os caseiros sobre o desaparecimento de Felipe, disse que ele não se encaixava no serviço e foi embora durante a noite. Assim evitaria quaisquer perguntas sobre mais um segurança desaparecido. Mas tudo isso valeria a pena. Felipe tinha potencial. O segurança anterior não havia aguentado tanta dor assim, quebrou muito mais facilmente que Felipe. Ele era muito promissor. Já fazia mais de 6 horas que ele havia abandonado ele deitado na cama e com um consolo no rabo, e ele ainda se contorcia, tentava tirar o tempo todo. Já era hora de aliviar o sofrimento dele. Bom, pelo menos deste sofrimento.

Felipe ouviu a porta se abrindo novamente. Imaginou que era hora de comer, ou, pior, uma nova tortura. Já começava a perder a noção de tempo preso ali embaixo, sem o contato da luz do dia. Não sabia se era dia ou noite, nem se estava lá a quatro, cinco ou seis dias. Henrico entrou novamente vestindo o uniforme de segurança de Felipe.

Então, escravo... gostou da dor? Hahahaha... posso te garantir uma coisa, escravo... Ainda estou pegando leve com você!! – Felipe apenas olhou de lado para ele, mordendo forte a mordaça em sua boca. – Mas acho que você já teve o bastante disso por hoje. Vamos tirar gentilmente isso de você.

Henrico soltou a fivela na frente de Felipe, e, sem o menor aviso, puxou com tudo o consolo de dentro. Foi como se tivessem virado Felipe do avesso. A dor foi maior do que quando ele estava dentro dele. Se encolheu todo de dor, gemendo abafado com a mordaça.

- Mas eu não sou tão cruel assim, escravo. Vou trazer a sua refeição. – Subiu as escadas, voltando em seguida com a bandeja. Tirou a mordaça de Felipe na sequência.

- Arrrghhhhhh.... hmmmmmm.... – Felipe apenas conseguia gemer.

- Bom, espero que tenha gostado, escravo! – pegou a comida da bandeja e despejou na vasilha, enchendo a outra com água também. – Coma, escravo. Tem dez minutos para comer antes que eu leve a vasilha. – Sentou-se numa cadeira e começou a contar o tempo no relógio.

Felipe ainda sentia muita dor, mas sabia que precisava estar forte para tentar escapar dali. Tentou se levantar, mas com as mãos presas atrás, os pés algemados e presos por uma corrente até a parede, foi difícil manter o equilíbrio, caindo em seguida. Rastejou até o prato, enquanto Henrico olhava da cadeira com um sorriso de satisfação e prazer. Sabia que ele realmente tiraria a vasilha se não comesse rápido. Começou a comer com voracidade, lambuzando todo o seu rosto. Alguns minutos depois, a vasilha estava limpa. Tentou beber um pouco também, mas era mais difícil beber naquela posição do que comer. Quando terminou, viu que Henrico estava em pé ao seu lado.


- Muito bom, escravo! A cada dia que passa você pega mais e mais o jeito! – Ajoelhou-se ao lado de Felipe e passou a mão sobre o corpo dele. – Como tem se empenhado no seu treinamento, hoje vou ser um pouco mais bondoso com você.

Tirou do bolso de trás um frasco e um pano, molhando-o. Em seguida, agarrou Felipe pela cintura, a outra mão na boca dele. Felipe Ele já imaginou o que era aquilo, e começou a se debater, tentando se soltar, mas não conseguiria. Henrico segurava-o fortemente pela cintura, pressionando forte o pano também. Felipe estava com as mãos para trás e sentiu o pau pulsando de Henrico conforme ele o puxava pela cintura. Henrico só falava na orelha dele baixinho “Isso, escravo... respira devagar... devagar..........”, até a cabeça de Felipe tombar para o lado, o corpo ficar mole.

Pouco depois, ele acordou. Não sabe quanto tempo esteve apagado. Agora, estava deitado novamente na cama, todo nú, só com uma mordaça na boca. Seus braços e pernas estavam presos as pontas da cama. Henrico estava sentado novamente, ao lado da cama. A luz estava apagada, e várias velas estavam acesas em volta da cama.

- Acabou seu breve descanso, escravo. – Henrico levantou-se e pegou uma vela vermelha. – Vamos a mais um passo no seu treinamento, escravo!

Parou ao lado de Felipe na cama, com a vela na mão. Lentamente, começou a inclinar a vela, fazendo um rastro de cera derretida vermelha pelo colchão. Felipe arregalou os olhos, sabia o que iria acontecer. A vela foi fazendo uma trilha pelo colchão, até começar a subir pelo seu peito. Felipe deu um pulo, parecia que estavam encostando nele um fósforo recém apagado. A dor só piorou quando ele parou a vela sobre o seu mamilo, cobrindo-o de cera! Aos poucos, repetiu a dose, cobrindo o outro mamilo também. Felipe se contorcia freneticamente na cama, xingava através da mordaça, mas só dava mais prazer para Henrico. A vela percorria todo o corpo de Felipe. Henrico fez uma trilha por todo o peito, braços, pernas, até que parou próximo da virilha. Felipe olhava assustado, respiração ofegante. Seus olhos pediam para ele parar, até que Henrico inclinou a vela novamente.

A cera parecia descer em câmera lenta, até encostar no seu pau. A dor foi pior do que no resto do corpo. Felipe mordia a mordaça, tentando controlar a dor, mas seu corpo pulava na cama. Henrico só parou na hora que todo o pênis de Felipe estava coberto de cera vermelha. A respiração dele estava ofegante. Sentira mais dor daquela vez do que nas anteriores.

- Ora, ora, ora... e não é que você aguentou tudo sem desmaiar? Já vi gente apagar na cama por muito menos do que isso!! Meus parabéns, escravo!

Henrico virou e foi em direção à porta; iria deixar Felipe ali, todo coberto de cera de vela. Mas antes de sair, virou-se e falou:

- Como eu já te falei antes, escravo, você tem potencial. Só precisa aceitar sua nova condição de meu objeto, meu escravo. Quanto antes, melhor para você! – Já ia subindo quando parou e falou novamente – Ah, antes que eu me esqueça... vou acelerar um pouco o seu treinamento! Terá companhia na sua próxima sessão, escravo. Vai descobrir como se serve alguém de verdade.

Companhia?, pensou Felipe. O que será que esse filho da puta havia preparado para ele agora??, pensou.

Felipe rolava de um lado pro outro na cama. Ainda sentia o seu pau latejando por causa da cera da vela. Fazia uma meia hora que Henrico subira e o deixara sozinho novamente. Boa parte da cera já havia endurecido e caído do seu corpo, e com as mãos e pés atados às pontas da cama, não havia como tirar o que restou. Do quarto acima, Henrico assistia tudo pelo seu monitor. Assistia enquanto Felipe se mexia, tentando se soltar, tentando tirar a cera. Aquele rapaz não ia se dobrar tão facilmente. Esperava que sua nova jogada resolvesse isso. Foi nesse instante que o telefone tocou...

- Alo? Já chegou?... Certo, estou indo buscá-lo...

Saiu logo em seguida ao telefonema. No porão abaixo, Felipe relaxava deitado na cama. Não havia como se soltar, era impossível. Então, por que se cansar mais ainda, acabando com o resto das forças que restavam? Após todo aquele exercício para sair dali, foi sendo vencido pelo cansaço, e o sono veio logo. Deve ter dormido cerca de meia hora, uma hora no máximo. Foi quando ouviu a porta se abrindo novamente. Olhou para a porta, mas desta vez as luzes das escadas estavam apagadas. Ouviu passos descendo lentamente os degraus. Não era Henrico, tinha certeza disso. Quando viu o vulto, seu coração disparou. Parado em frente à porta, um homem fardado. “Um policial!!!”, pensou ele. Começou a pular freneticamente na cama, gemendo algumas palavras através da mordaça. O homem na porta levou o dedo a boca, fazendo sinal de silêncio. Andou lentamente até a cama, parando ao lado dela. Foi aí que Felipe pode observá-lo melhor. Era um rapaz de seus 26 anos, alguns centímetros mais baixo que ele, mas tão forte quanto. Cabelos pretos, rosto bonito. Mas não era um policial. Ele usava um uniforme de segurança, um pouco diferente do seu. Este usava uma calça preta meio larga por dentro dos coturnos, camisa preta, boné e um cinturão pendurado na cintura. Andou novamente e parou na beirada da cama, em posição de descanso, com as pernas abertas e mãos para trás.

- Ora, ora, vejo que já conheceu o meu outro escravo! – disse Henrico, que havia descido silenciosamente e estava parado na porta, olhando a cena.

Felipe olhava confuso. “Outro escravo?”, pensou.

- Este é Marcos. Era o segurança aqui antes de você chegar. Mas ele mudou de idéia quando eu ofereci para ele uma oferta muito melhor do que ser segurança. – Andou por trás de Marcos, abraçando-o pela cintura. Do cinturão dele, tirou uma algema, que colocou nas mãos de Marcos, prendendo-as atrás. – Este aqui souber apreciar as delícias de ser um escravo.

Sem falar nada, Marcos virou-se e ajoelhou aos pés de Henrico, ficando com a cabeça baixa. Henrico pegou uma coleira no armário, passou no pescoço dele, colocando uma mordaça de couro na seqüência. Puxou Marcos até o outro lado do quarto.

- O que eu quero que você veja é o quanto prazer um escravo pode ter, desde que se entregue de corpo e alma.

Felipe apenas assistia a cena. Aquele homenzão estava se submetendo à Henrico de livre e espontânea vontade. Ele não reagia às provocações, não tentava se soltar. Henrico colocou-o sentado num tipo de cadeira suspensa, presa ao teto. Ele abriu as pernas, prendendo os coturnos nas extremidades, deitando levemente para trás. Henrico, que ainda estava usando o uniforme de Felipe, tirou o cinturão de Marcos, jogando-o ao lado, e em seguida abriu a calça dele, abaixando-a o suficiente para mostrar a bunda dele. Posicionou-se na frente dele, abriu seu ziper e colocou para fora seu pau também. Lentamente, foi se encaixando entre as pernas de Marcos, enfiando lentamente no rabo dele. Aos poucos, o movimento aumentava de velocidade, com estocadas cada vez mais vigorosas. Marcos gemia alto, mas não era um gemido de dor, como os de Felipe. Esses eram de prazer.

Felipe olhava a cena da cama. “Ele realmente gosta disso”, pensou. Foi aí que ele percebeu uma coisa. A cera em seu pau começava a cair. Não por que ele havia se mexido ou rolado na cama para tirá-la. Estava caindo por que o pau dele começava a crescer. Quanto mais Henrico socava para dentro de Marcos, mais o pau de Felipe ficava duro. “Não é possível, pare!!!”, pensava. Mas não conseguia controlar a ereção, os gemidos de Marcos não deixavam ele se concentrar, não deixavam ele tentar se controlar. Foi aí que os gemidos foram ficando mais altos, e Henrico se movia mais e mais rápido, gemendo alto também. De repente, soltou um grito monstro, estocando forte e sem parar na bunda de Marcos, para depois ir relaxando aos poucos. Havia gozado. Com a respiração ofegante, Henrico olhou para Felipe na cama, e percebeu sua ereção.

- Ora, ora... foi mais rápido do que eu podia imaginar!, e riu.

Virou-se para Marcos, que ainda se contorcia de prazer e dor, gemendo baixinho. Começou a soltá-lo da cadeira, deixando-o de pé novamente. Soltou as algemas das mãos dele, tirou a mordaça também.

- Arrume-se, escravo!, disse para Marcos, que começava a levantar sua calça, pegando seu cinturão na sequência. Foi perto do ouvido dele e disse: - Agora é sua vez. Convença-o e sabe que será recompensado, escravo.

Foi até o armário, pegou outra corrente longa e prendeu-a no mesmo local da parede que saia a corrente atada ao pé de Felipe, e prendeu a outra ponta ao pé de Marcos.

- Você terá companhia hoje, escravo. Quem sabe você não aprende boas maneiras?, disse isso, subindo as escadas e fechando a porta atrás dele.

Imediatamente Felipe começou a pular na cama, fazendo sinais para que Marcos tirasse sua mordaça. Ele tirou.

- Por favor, me solte!! Rápido, antes que ele volte!!! Nós podemos fugir daqui!!

Marcos continuava parado ao lado dele, apenas olhando.

- Mas por que eu iria querer fugir daqui? – disse, rindo. – E acho que depois dessa noite, você também não vai querer sair daqui! – falou isso com sua mão descendo pela perna de Felipe, que olhava atônito para ele. Seria mais uma pessoa para torturá-lo??

- Sabe qual o seu problema, Felipe? Você resiste muito. Se você se soltasse um pouco mais, poderia realmente aproveitar tudo isso, sentir um prazer que nunca sentiu. – Marcos andava ao lado da cama onde Felipe estava preso. – Eu mesmo achava que não gostava disso. Acredite, até de homens eu pensava não gostar. Até que o mestre Henrico me mostrou esse outro lado, me mostrou um prazer que eu nunca havia sentido antes.

Felipe ouvia tudo que Marcos falava. Não que fosse fazer alguma diferença para ele. Nunca iria gostar daquilo, nunca iria gostar de outro homem, disso tinha certeza. Ao mesmo tempo, eram observados por Henrico nos monitores do quarto acima. Henrico conhecia bem seu escravo Marcos. Sabia como ele sabia ser sedutor, persuasivo. A paciência que ele não tinha em deixar Felipe completamente adestrado aos seus pés, Marcos teria. Ele havia sido uma ótima aquisição como escravo. Havia sido contratado para trabalhar na fazenda, mas desde o primeiro instante Henrico soube que ele seria seu escravo. Uma semana preso na masmorra despertou o lado sadomaso de Marcos, que se entregou de corpo e alma a isso. Atualmente ele ficava na fazenda de Henrico em Mato Grosso, mas veio para São Paulo apenas para ajudar no treinamento de Felipe.

- Por onde eu começo com você, Felipe? – Tirou o cacetete do cinturão, e foi passando ele lentamente pelas pernas de Felipe, subindo até seu abdomen. – Hmmm... acho que pelo básico mesmo. Você sabe, só tem um jeito de gostar da dor... é sentir essa dor enquanto você sente prazer, Felipe.

Dito isso, pegou o pau de Felipe firmemente, começando lentamente a bater uma punheta para ele. Ao mesmo tempo, apertava um dos mamilos dele com a outra mão, suavemente no início, mas aumentando a força enquanto aumentava a velocidade. Felipe tentava resistir, controlando a ereção, mas sabia que não conseguiria por muito tempo. Estava assustado em sentir tesão pelo toque de outro homem.

- Nunca foi penetrado por um homem, certo? Apenas pelo consolo que meu mestre colocou em você? Tsc, tsc... mestre Henrico pode ser o melhor mestre do mundo, mas não é muito sutil. Numa primeira vez, você não precisa de um pau de borracha enfiado no teu rabo. Você precisa é de um homem mesmo...

A mão de Marcos soltou o pau de Felipe, e passeava lentamente pelo corpo dele. Marcos ainda estava em pé, ao lado da cama, apenas estudando Felipe, que continuava todo amarrado na cama, braços e pernas atados as pontas dela. O corpo rijo de Felipe excitava-o, fazendo seus pensamentos voarem, pensando na melhor maneira de convertê-lo. Virou-se e foi até o armário, trazendo nas mãos o prendedor de mamilos que Henrico usara em Felipe antes. Felipe cerrou os punhos presos, só lembrando da dor que havia sentido anteriormente com aquilo. Seu mamilo ainda estava roxo. Marcos colocou-os novamente nos mamilos de Felipe, mas não tão apertados como antes. Em seguida, começou a desabotoar sua camisa, tirando-a.

- A dor é algo que a gente acostuma aos poucos, Felipe. – A voz de Marcos era calma, serena. - Se você sente uma dor muito grande numa primeira vez, é claro que vai ficar traumatizado, vai achar que aquilo não é bom. Mas não é verdade.

A mão de Marcos pegava firme nas coxas de Felipe, que de início se mexia tentando tirá-las dali, mas aos poucos ia relaxando. Aos poucos, Marcos aumentava a pressão dos prendedores nos mamilos de Felipe, quase que imperceptivelmente. Enquanto as mãos de Marcos percorriam lentamente o corpo de Felipe, ele também podia ver os lugares onde Felipe tinha alguma reação, os lugares que levemente causavam algum arrepio, alguma ereção. Debaixo do braço, nas laterais do abdomen, coxas. Enquanto passava suavemente as unhas nessas partes, voltava a masturbar Felipe também, que não falava nada, apenas sentia as ondas de arrepio subindo e descendo sua espinha.

- Entende o que eu falo? – apertando um pouco mais o prendedor. – Dor e prazer podem andar igualmente juntos. Você pode sentir coisas que nunca sentiu antes, Felipe. Quantas vezes alguém lhe masturbou antes, com você todo preso, sem poder participar, sem poder tocar em seu pau, tocar no seu corpo? É um prazer praticamente contra sua vontade, certo?

Felipe soltava um ou outro gemido ocasionalmente. Não podia acreditar que estava tendo aquele tesão absurdo com outro cara! Pior, estava tendo um tesão absurdo com aquela situação toda!! Marcos continuava masturbando ele, enquanto a outra mão passava lentamente sobre o abdomem dele, mexendo nos prendedores de vez em quando, até descer para a virilha de Felipe, brincando com as bolas dele, e continuando a descer até o rabo. Nessa hora ele sentiu o corpo de Felipe ficar tenso, duro. Olhou para o rosto de Felipe e viu ele olhando sério para ele. “O trauma do consolo havia sido realmente grande”, pensou. Continuou a masturbá-lo, mas os dedos desceram mais, até a bunda de Felipe, alisando-a gentilmente. Aos poucos, viu Felipe relaxando novamente. Começava a se entregar a ele. Marcos abriu o zíper da sua calça e subiu na cama, deitando por cima de Felipe. Viu que ele ainda estava tenso, mas não como antes.

Olhou firmemente para os olhos de Felipe, tentando passar confiança, continuou acariciando o corpo dele. Passava a língua no peito dele, próximo aos prendedores, e assoprava na sequência, só pra ver os gemidos de Felipe. Passava a língua também debaixo dos braços dele. Quando Felipe começou a gemer muito, olhos fechados e cabeça tombada para trás, Marcos se ajeitou entre as pernas dele e começou a aproximar o seu pau do rabo dele, depois de passar muito lubrificante nele. O pau dele era de tamanho normal, nada muito grande, mas também não fazia feio. Aos poucos, foi abrindo caminho pelo rabo de Felipe, mas bem calmo e lentamente, para não assustá-lo. Felipe começava a ficar tenso novamente.

- Relaxe, Felipe. Você sente prazer quando eu faço isso, não? – passou a língua debaixo do braço dele, fazendo-o estremecer novamente. – Eu sei que sente. É só relaxar que você também vai sentir prazer com o meu pau. Relaxe... apenas sinta as sensações por todo o seu corpo.

Dizendo isso, passava a mão pelo corpo dele, mexendo nos prendedores, e a outra masturbava Felipe, tudo isso sem parar de fuder Felipe, mas sem pressa, bem lentamente. Aos poucos a fisionomia dele mudava, de tensa, nervosa, para algo mais próximo de prazerosa. Felipe estava começando a gostar. Quando viu isso, começou a bombar mais rápido, aumentando a força das estocadas, mas sem parar de excitá-lo onde ele gostava também. Os gemidos de Felipe aumentavam de intensidade à medida que ele ia mais rápido, masturbando-o mais rapidamente também. Alguns minutos bombando o rabo dele e Marcos estava próximo de gozar.

- Quero você gozando junto comigo, Felipe. – disse no ouvido dele.

Enquanto tudo isso rolava no porão, Henrico também se masturbava na sala acima, assistindo a toda a cena no monitor. Seu tesão era redobrado, primeiro pela cena que assistia, mas, sobretudo, por Felipe estar começando a gostar de tudo aquilo como não havia demonstrado até agora na fazenda. No monitor, Marcos bombava cada vez mais rápido, suor escorrendo pelo seu corpo e caindo em cima de Felipe, até que Felipe gozou, seguido por Marcos alguns segundos depois. O jato de porra dos dois voou longe, lambuzando ambos os corpos. Ofegante, Marcos deitou sobre Felipe, ouvindo os batimentos acelerados dele. Pouco depois, levantou-se e pegou sua camisa do chão. Nisso Henrico desceu pelas escadas.

- Muito bom para uma primeira aula, escravo. – Soltou a corrente do pé de Marcos e mandou-o subir as escadas. – Quero que você seja assim comigo, - disse, apertando os prendedores nos mamilos dele. Felipe não reagiu, ainda estava ofegante na cama, mal acreditando no tesão absurdo que pode sentir com Marcos. Será que poderia sentir algo mais forte, um tesão maior, um desejo maior do que ele já havia provado antes? E, principalmente, sentir tudo isso com outro homem?

Quando Marcos subiu para o quarto de Henrico, ainda podia vê-lo sentado em frente ao monitor, calça abaixada, e muita porra sobre sua barriga. Ele assistiu a toda a cena entre Marcos e Felipe pelo seu monitor. Sem nada dizer, Marcos caminhou até ele e se ajoelhou ao lado, mantendo a cabeça abaixada.

- Então, o que achou dele, escravo?

- Bom, senhor... Sem a menor sombra de dúvida ele está assustado. Não sei o que o senhor fez antes, mas deixou-o com o pé atrás. Demorou muito para ele se soltar comigo, dar algum sinal que estava gostando. Mas acho que ele tem potencial, senhor. Será uma ótima aquisição.

- Também achei isso, escravo. E vou fazer mais um teste. Quero que você faça mais uma sessão com ele antes de voltar. Me fale uma coisa... alguém desconfia de você na fazenda?

- Não, senhor. Todos acham que sou apenas o seu segurança. Até agora, não ouvi nenhum comentário.

- Muito bom. – Henrico espreguiçou-se na cadeira. – Bem, escravo, acho que estou sujo. Limpe.

Marcos se inclinou para a frente, sabia o que seu mestre queria. Lentamente, começou a passar a língua pelo abdomen de Henrico, tirando o que restava de porra ali. Depois, passou lentamente a língua pelo seu pau, para depois abocanhá-lo por completo. Era uma das principais qualidades dele. Sabia chupar como ninguém. E pensar que alguns meses atrás ele era “hetero”. Henrico apenas apreciava a chupada que seu escravo lhe dava, soltando um ou outro gemido.

- Isso, escravo... chupe tudo! Quer o leite do seu mestre? – Marcos acenou positivamente com a cabeça. – Ok... é todo seu!

Alguns segundos depois, Henrico gozava vorazmente na boca de Marcos. Estava satisfeito, por enquanto. Levantou-se da cadeira e foi em busca de uma toalha, deixando o seu escravo de joelhos no chão, um leve fio branco escorrendo pelo canto da boca. Quando voltou, já estava sem camisa, passando a toalha pelo corpo.

- Muito bem. Você terá que ficar aqui neste quarto o tempo todo, escravo. Você sumiu deste lugar, não pode aparecer do nada aqui. Não quero que ninguém lhe veja. Eu vou buscar a comida dele, quero que você desça e dê para ele. Tenho certeza que ele confiará mais em você que em mim, por enquanto.

Dito isso, saiu até a cozinha, voltando uns 15 minutos depois com o prato de comida e uma jarra na bandeja, entregando-a à Marcos.

- Ah, só um segundo, escravo! – Foi até o seu armário, de onde tirou um pequeno frasco. Abriu-o, e despejou um pouco sobre o prato. – Faltava o tempero especial. Você sabe o que fazer.

Marcos concordou com a cabeça, descendo pelas escadas em seguida. Felipe estava deitado na cama. Pegou a comida e água dele e colocou nas vasilhas.

- Desculpe, mas tenho que colocar nesse lugar sua comida. Está tudo bem?

Felipe sentou-se na cama, encarando Marcos.

- Por que? – disse, olhando fixamente para Marcos. – Por que você aceita isso, por que se comporta desse jeito, como um objeto, como um escravo??? Por que se sujeita à isso??

Marcos foi até ele e sentou-se na cama.

- Sabe, no começo eu pensava a mesma coisa. Era rebelde como você, queria escapar daqui, queria matar o meu mestre. Isso aconteceu até eu começar a ouvir ele, até eu começar a relaxar, baixar a muralha que eu tinha construído. E sabe o que eu descobri? Que posso ter muito prazer de outras maneiras. Quando eu realmente me entreguei para o meu mestre, senti coisas que nunca jamais havia imaginado sentir ou fazer!

No andar acima, Henrico assistia a tudo com um sorriso no rosto. Marcos tinha muita lábia, seria capaz de convencer uma freira a ser uma prostituta, se quisesse. Não seria difícil fazer a cabeça de Felipe.

- Mas, por que? Eu não entendo, por que você deixa ele te tratar assim? Não podia ser apenas o amante dele?

- Hehe... você ainda não entende, Felipe. Como eu lhe falei, você precisa se soltar, precisa abrir sua mente para isso tudo. Quando isso acontecer, você sentirá um prazer que nunca sentiu antes. – Olhou para a comida dele na vasilha. – Você não vai comer? Precisa manter suas energias enquanto estiver aqui. Por favor, coma.

Felipe olhou para Marcos e concordou, indo até sua vasilha. Ela estava fixada no chão com parafusos, não tinha como tirá-la de lá. Tinha que comer como um cão, com a ajuda das mãos. A fome que sentia era tanta que ele não sentiu o gosto estranho na comida. Marcos levantou-se e começou a andar para o quarto, olhando o seu antigo porão de “treinamento”. Ele já havia passado pelo que Felipe estava passando, e sabia como iria terminar. Alguns minutos depois, viu que Felipe tinha terminado sua vasilha, e estava ajoelhado no chão, em frente à vasilha. Só precisava de mais alguns segundos, até que Felipe falou:

- Ah não.... estou.... tonto novamente... Você me... drogou??

- Não, Felipe!! – fez cara de espantado. – Não sabia que havia algo na sua comida! Por favor, me perdoe, mas eu não sabia de nada!!

Não houve tempo de Felipe ouvir o que ele disse. A droga era extremamente forte, Felipe caiu de lado em poucos segundos. Assim que viu pelo monitor, Henrico desceu. Marcos foi ao lado de Felipe, dando alguns chutes no corpo caído com o seu coturno. “Completamente apagado”, pensou, e um sorriso surgiu na sua boca.

- Muito bem, escravo. Pegue as chaves das correntes dele. – jogou-as para Marcos. Ele abriu as correntes que prendiam os pés de Felipe e as mãos dele. – Faça conforme eu lhe falei, escravo.

Marcos tirou a roupa que Felipe usava, deixando-o nú. Em seguida, pegou-o por baixo dos braços, arrastando-o até uma cruz de madeira no canto da sala.

- Agora sim, vamos ver o quanto ele aguenta. Se resistir ao que o espera, será um grande escravo... – disse Henrico, rindo.

Marcos arrastou Felipe até a cruz, prendendo seus braços e pernas com algemas, uma tira grossa de couro segurando o tronco. Seria impossível para ele sair dali. Por um momento, teve pena de Felipe. Ele próprio já havia passado por tudo aquilo. Mas a pena passou rapidinho, principalmente quando ele lembrou o quanto sua vida havia mudado depois de tudo o que houve com ele. Um sorriso sacana voltou ao seu rosto. Odiava ter que ficar se fazendo de bom amigo para Felipe, mas era necessário. Ele precisava confiar em alguém, para se entregar ao mundo sm definitivamente. Isso sem contar que Marcos começava a sentir um grande tesão por ele. Com certeza iriam poder brincar juntos várias vezes quando o seu mestre não estivesse por perto. Mas para isso, precisava daquela sessão final. Ali iria descobrir se ele era realmente um escravo ou não. Felipe estava nu na cruz, Marcos usava apenas um harness agora, sabia que seu mestre gostava daquilo. Olhou para a camera escondida no canto da sala, fez sinal para seu mestre, demonstrando que iria começar a sessão. Deu uns tapas no rosto de Felipe, que começou a gemer baixinho. “Filho da puta, até geme gostoso dormindo!!”, pensou. Aos poucos, ele foi abrindo os olhos. Ao perceber que estava amarrado na cruz, começou a agitar-se. Ia falar algo, quando Marcos tapou sua boca com a mão e falou.

- Tudo bem com você? Não se preocupe. Eu estou aqui com você. – Colocou a outra mão no ombro dele. – Você sabe que eu não iria machucá-lo, não sabe? – Felipe acenou que sim com a cabeça. Era impossível não relaxar com a voz calma de Marcos. – Ótimo. Vou tirar a mão da sua boca, por favor, não grite para não chamar a atenção do meu mestre.

Por favor, me solte... vamos sair daqui, vamos fugir!! Saímos e vamos até uma delegacia, denunciamos esse maluco!! Mas me solte daqui, por favor!

- Não posso, Felipe. Ele algemou-o na cruz, não tenho a chave, não tenho como soltá-lo. Além disso, estamos presos aqui embaixo, é impossível subir. Acredite, já tentei de todas as formas quando fiquei preso aqui. – A mão que estava no ombro de Felipe desceu lentamente pelo peito – Se bem que, enquanto estamos aqui, poderíamos continuar a nossa brincadeira de hoje à tarde...

- Não... – disse Felipe, mas com certa hesitação na voz. – Eu... eu não sei por que fizemos aquilo. Eu não curto isso, não sou como você! Por favor, não...

Mas Marcos não respondeu, já estava com seu corpo colando ao de Felipe. O toque dele era gentil, macio, e ao mesmo tempo, forte. Ele tinha uma pegada ótima. Era tão boa que Felipe fez cara de quem não iria querer, mas se rendeu em poucos segundos. À princípio, Marcos apenas estava com seu corpo colado ao dele, se esfregando lentamente.

- Por onde começo com você? – disse Marcos, com a boca colada no ouvido de Felipe, entre uma e outra mordida suave. Felipe nada falava, mas Marcos podia ver que estava gostando, os pelos em seu braço estavam todos eriçados. – Hmmm... já sei.

Virou-se e foi até o armário, voltando com uma corrente e dois prendedores. Prendeu um em cada mamilo de Felipe. Aos poucos ele ia apertando mais, só observando até onde Felipe aguentaria. Quando percebeu que ele já começava a sentir uma dor um pouco mais intensa, parou de apertar, ficou apenas balançando a corrente que unia os dois prendedores.

- Você gosta, não? – disse baixinho no ouvido de Felipe, mas não obteve resposta, apenas um gemido baixo.

Era esse gemido que Marcos queria ouvir. Significava que estava no caminho certo. Foi até o armário e voltou com um pequeno barbante, parecido com um cadarço de coturno. Lentamente, começou a acariciar o pau de Felipe. Não que precisasse, por que ele ficava duro a cada instante com Marcos. Quando já estava completamente duro, Marcos se ajoelhou na frente dele, e começou a passar o longo barbante preto em volta do pau de Felipe. Quando terminou, deu várias voltas entre as bolas dele, separando-as. Os gemidos de Felipe começavam a ficar cada vez mais altos.

- Está sentindo isso? Está machucando? – Felipe fez que não com a cabeça. – Bom... Isso vai segurar sua ereção por um bom tempo.

Em seguida, Marcos ajoelhou-se em frente à Felipe.

- Bem... já que está todo durão assim... por que desperdiçar?

Dito isso, começou a chupar lentamente o pau dele. Felipe não acreditava, a cada segundo que passava o seu tesão aumentava, o prazer que sentia aumentava, e, principalmente, a vontade de ter mais e mais aumentava também. Enquanto Marcos chupava, com o pau todo dentro de sua boca, sua língua passava lentamente por todo o pau, principalmente pela cabeça. Se Felipe não estivesse preso, já teria caído no chão, pois estava com as pernas bambas. Mulher alguma chupava como Marcos! A mão dele começava a subir pelas coxas de Felipe, indo em direção à bunda dele, durinha, branca, lisa. “Perfeita!”, pensou Marcos. Sem parar de chupar, foi abrindo caminho com seus dedos pelo rabo dele, enfiando lentamente um dedo... depois outro... e mais outro! Não iria passar disso, não queria assustar, apenas apresentar todos os lugares onde era possível ter prazer. No andar de cima, Henrico assistia a tudo pelo monitor completamente alucinado! Seu pau praticamente explodindo dentro da calça. Sua vontade era abrir a porta, descer as escadas rapidamente e fuder os dois escravos. Mas ele se conteve, sabia que Marcos estava fazendo um ótimo trabalho adestrando o Felipe. Só precisava se controlar mais alguns minutos, e depois estaria participando da festa também. Enquanto isso, continuava vendo pelo monitor, Marcos chupando Felipe e penetrando no rabo dele com os dedos ao mesmo tempo, enquanto Felipe gemia cada vez mais alto, seu rosto num prazer sem tamanho. Pouco antes de Felipe gozar, Marcos parou.

- Não quero que você goze ainda... quero te dar muito mais prazer. – Falava no ouvido dele. – Melhor ainda... quero que você me peça por mais!

O suor escorria pelo rosto e corpo de ambos. Felipe estava com a cabeça caída para trás, sorriso no seu rosto, quando falou:

- Eu... quero ... mais... por favor!

“Pronto! Agora ele é um de nós”, pensou Marcos. Foi até o armário, colocou uma luva de couro e pegou uma vela, acendendo-a. Lentamente, deixava uma ou outra gota rolar pelo peito dele. Felipe já não sentia dor. Agora era prazer mesmo. Marcos passava a mão com a luva pelo rosto dele, e Felipe chupava os seus dedos. A cada segundo, ele se entregava mais e mais aquele novo mundo que se abria para ele.

- Você quer mais? – Felipe acenou rapidamente com a cabeça. – Então, agora sim é hora de você se entregar de vez. Você aprendeu a sentir prazer com a dor. Agora é hora de aprender a servir, ser um escravo.

Marcos fez um sinal para a camera. Em poucos segundos, Henrico desceu pelas escadas. Marcos ajoelhou-lhe e baixou a cabeça perante o seu mestre.

- Muito bem, escravos. Agora sim vamos ter uma sessão completa!

Henrico soltou as pernas de Felipe da cruz, a tira de couro, e as mãos também. Felipe estava muito fraco, e ainda um pouco atordoado com a chupada que Marcos acabara de lhe dar. Pela primeira vez totalmente livre, sem correntes ou cordas, e mesmo assim ele não conseguia reagir à Henrico. Já começava a se perguntar se realmente queria reagir.

- Muito bem, meu novo escravo... siga o exemplo ao lado! – disse Henrico, olhando para Marcos no chão. Este olhou para Felipe, dando um sinal com os olhos que Felipe entendeu como “faça o mesmo que eu”. Felipe se ajoelhou ao lado de Marcos, ficando de cabeça baixa e mãos para trás.

“Não acredito”, pensou Henrico. “Ele realmente é meu agora!”. Ficou olhando seus dois escravos, ambos sarados, bonitos. O que mais ele poderia querer?

- Muito bem, escravos. Eu sou seu mestre agora. Mostrem o quanto vocês gostam de mim, o quanto me veneram...

Dito isso, Marcos, ainda de joelhos, se aproximou da perna de Henrico, e começou a lamber o coturno dele. Felipe olhou, a princípio meio receoso, mas acabou cedendo, e imitou Marcos. Estavam cada um em um dos pés de Marcos, lambendo lentamente o coturno dele. Henrico passava a mão na cabeça de ambos. Era tudo q ele queria. E Felipe realmente começava a incorporar o seu lado escravo. Imitando Marcos, ele lambia com voracidade o coturno de Henrico.

- Podem parar. Os dois de quatro no chão.

Imediatamente, os dois pararam e ficaram de quatro, cabeça baixa. Henrico andava em volta deles, só imaginando qual o próxima passo com ambos. Enquanto andava, dava pequenos chutes com o coturno neles. Queria fazer tanta coisa com eles q não sabia por onde começar.

- Pois bem, escravo, - disse para Felipe, - amarre-o na cruz.

Levantaram-se, e Marcos já se posicionou na cruz. Felipe pegou as cordas, meio desajeitado a princípio, mas havia observado como tinha sido amarrado antes. Tentou fazer o mesmo com Marcos. Quando terminou, Henrico mandou ele ficar de joelhos, observando a cena. Foi em seguida até o armário, de onde voltou com vários equipamentos. Primeiro, colocou uma ball gag em Marcos. Em seguida, um cock ring. O pau dele já estava duro, queria manter aquela ereção por mais tempo. Tirou dois prendedores, e colocou nos mamilos dele. Com Marcos não precisava se preocupar com a dor, já conhecia os limites dele. Foi apertando aos poucos, e quanto mais apertava, mais ele gemia de prazer. Felipe olhava atentamente aos pés da cruz.

- Está vendo, escravo? Isso é ter prazer com a dor. É isso que eu quero que você sinta também. Não quero o seu mal... só o seu prazer!

Felipe não respondeu, apenas continuou observando. Quando os mamilos de Marcos já começavam a ficar rubros, ele parou de apertar, e ficou observando. Marcos ainda gemia muito, um gemido abafado pela ball gag. Olhou alguns segundos, batendo levemente com o dedo nos prendedores, o que fazia ele estremecer na cruz, gemendo mais alto ainda. Na sequência, pegou dois pesinhos de ferro, e amarrou-os no cock ring. O peso puxou o pau dele para baixo. Acrescentou mais um pesinho. Nisso, virou-se para Felipe.

- Está faltando algo em você, escravo. – Pegou uma tira de couro e colocou no pescoço dele. – Agora sim. Faltava sua coleira. Afinal, você já tem dono. É meu agora!

Voltou para Marcos, que começava a se contorcer de dor. Tirou os prendedores dos mamilos dele. Estavam muito vermelhos, quase roxos. Estavam muito sensíveis. Ele batia de leve nos mamilos dele, fazendo ele estremecer. Pegou um dos pesinhos de ferro, e encostou-os nos mamilos. Estavam gelados. A sensação fazia ele gemer mais e mais.

- Isso, escravo... sei que você gosta, filho da puta.

Pegou uma venda que estava no chão, e colocou-a nos olhos dele, e pegou um vibrador que estava ao lado também. Passou um pouco de gel, e se aproximou de Marcos.

- Sabe o que vai acontecer agora, escravo? – falou no ouvido dele. Lentamente, foi descendo com o vibrador pelo peito de Marcos, que sentiu o friozinho do gel, e já imaginou o que viria a seguir. Henrico lambuzou os dedos com gel também, e foi entrando no rabo de Marcos. Um, dois, tres, quatro dedos, e em seguida, o vibrador. Na hora que colocou-o, Marcos soltou um urro, gemendo incessantemente depois.

Finalizando, acendeu uma vela. Começou a pingar gota a gota no pau dele, até cobri-lo totalmente de cera vermelha. Marcos não parava mais de gemer e tremer na cruz. Não era de dor, era de prazer, tesão puro. Virou-se para Felipe.

- De pé, escravo. Mãos para trás! – pegou uma algema de couro, e colocou nele. Colocou também uma outra ball gag. Levou Felipe até uma armação ao lado da cruz, e colocou-o sobre ela. Ele ficou deitado de bruços, com as pernas abertas. Prendeu cada um dos tornozelos nas extremidades da armação. Abriu o tubo de gel, e passou mais nas mãos. Com um pouco mais de calma do que foi com Marcos, foi colocando um dedo de cada vez, até colocar quatro dedos dentro dele. Ele não apenas colocou-os dentro, mas também girava e abria a mão, alargando o rabo dele. Felipe gemia muito mais alto que Marcos, ainda não estava totalmente acostumado com a dor. Aquilo era uma sinfonia para Henrico, os dois gemendo alto dentro daquele porão.

Então você gosta, não é, escravo? – disse no ouvido de Felipe. – Eu sempre soube disso, desde a primeira vez que o vi.

Tirou os dedos e pegou ao lado um chicote com duas pontas. Começou a bater de leve nas costas dele, aumentando a intensidade aos poucos. Ainda não iria bater com intensidade máxima, precisava lembrar-se que aquele era um escravo novo. Quando viu que ele já estava com algumas marcas vermelhas, parou. Tirou a mordaça dele, e colocou uma venda nele também.

- Quer mais, escravo?

- Sim... – disse Felipe, entre um gemido e outro.

- Muito bem! – Virou-se e voltou para a cruz, onde Marcos ainda se contorcia e gemia. Tirou os pesos do pau dele, deixando nele uma marca roxa, como se estivesse com pouca circulação. Também tirou o vibrador, e desamarrou-o da cruz. Só deixou a venda e a ball gag.

Marcos estava com as pernas bambas ainda, mas ainda não havia terminado com ele. Colocou-o de bruços na estrutura, bem ao lado de Felipe, prendendo as mãos dele para trás com outra algema de couro, e pernas também abertas, atadas à mesa. Ficou ali olhando, seus dois escravos, de bruços, pernas abertas. O tesão, que já era grande, redobrou. Lambuzou suas duas mãos com o gel, e começou a penetrá-los ao mesmo tempo. Conforme os dedos entravam no rabo dos dois, eles gemiam juntos, se contorcendo na mesa. Os quatro dedos iam e vinham, abrindo cada vez mais o rabo deles. Henrico estava prestes a explodir de tesão, precisava se controlar para não gozar antes do tempo. Mas a vontade era muita, não ia se segurar. Desamarrou os tornozelos de Felipe da mesa e colocou-o de pé novamente. Levou-o até a parte da frente da mesa, de frente para Marcos. Pegou o pau dele e enfiou na boca de Marcos, que começou a chupar no mesmo instante. Voltou para cima de Marcos, e começou a meter sem dó nele também. Agora, eram os três que gemiam. Henrico bombando Marcos, que chupava Felipe com gosto. Com os dois vendados, eles não sabiam quem estava chupando ou fudendo quem. Aquilo continuou num êxtase só, até que Henrico gozou dentro de Marcos, e alguns segundos depois, Felipe gozou na boca dele também, caindo de joelhos em seguida, não aguentou de tanto tesão, suas pernas ficaram bambas.

Após alguns segundos, Henrico levantou e limpou seu pau com uma toalha. Seus dois escravos continuavam caídos, agora gemendo de prazer, não mais de dor. Subiu as escadas e voltou uns quinze minutos depois, após uma ducha rápida, usando uma calça jeans e uma camiseta, e várias roupas na mão. Marcos ainda estava na mesa, com os pés presos. Felipe estava no chão, sentado num canto, ainda amordaçado e vendado. Henrico chegou em Marcos e soltou seus pés e mãos, tirando a venda também. Fez a mesma coisa com Felipe, desamarrando suas mãos e tirando sua venda e mordaça. Pegou a pilha de roupas e jogou para eles. Eram os uniformes deles.

- Tomem um banho e se podem colocar suas roupas. – Olhou para Felipe. – Você ganhou o direito de usar seu uniforme novamente, escravo. Além do que, você fica bem mais tesudo com ele.

Estava prestes a subir as escadas, quando virou e disse:

- Estejam prontos em meia hora. Quero sair daqui com vocês antes que amanheça. Acho que você vai gostar da minha outra fazenda, escravo... – disse rindo, antes de subir e fechar a porta.

D. Maria estava acabando de preparar o lanche para Gustavo. O rapaz estava calado, era meio tímido, falara poucas coisas desde que chegara. Não estava acostumado com o calor do interior de São Paulo, mas sim com o clima frio do Rio Grande do Sul. Havia chegado naquela manhã da capital. Tinha conseguido a indicação deste emprego com um amigo dele. Logo que chegou, já vestiu o seu uniforme, calça preta com uma faixa branca na lateral, camisa preta com camiseta branca por baixo, coturno, boné e cinturão. Era a primeira vez também que trabalhava de segurança particular, antes só havia sido segurança num banco no Sul. Ele não negava também de onde era. Pele muito branca, olhos azuis, corpo bem desenvolvido, alto. Foi quando ouviram um carro estacionando.

- Ah, o sr. Henrico chegou! Vou deixá-lo a sós para vocês conversarem! Espero que você fique mais aqui! Não sei o que acontece, os outros dois que vieram antes foram embora sem dizer nada, sem se despedir! – disse, antes de sair da casa grande e voltar para sua casa na propriedade.

Gustavo levantou-se da cadeira e foi até a varanda da casa. Estava ansioso para conhecer o seu novo patrão...

Galeria 018: Pedro



























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